AMIGO DA ESPERANÇA

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sábado, 9 de maio de 2015

Fidelidade na guarda do sábado
6 de março

Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do senhor, teu Deus.Êxodo 20:8-10
Adailton começou a receber estudos bíblicos na Igreja Adventista, no Es­tado do Maranhão. Enquanto estudava e conhecia a Palavra de Deus, queria cada vez mais se aproximar dos propósitos do Senhor. Antes de pen­sar no batismo, ele já havia assumido o compromisso de servir a Deus. Seu único problema era o sábado.
O jovem trabalhava na maior rede de supermercados de seu Estado, onde todas as folgas possíveis caíam no domingo. Mesmo desejando agradar ao Senhor, ele ainda tinha dúvidas se deveria realmente deixar sua função para guardar o sábado.
Nesse período, Adailton recebeu de presente um DVD do Apocalipse que, a princípio, não lhe chamou muita atenção. Mas, ao longo do estudo, começou a ficar impressionado com a mensagem e sanou todas suas dúvi­das sobre o dia de guarda.
Decidido, orou a Deus pedindo que lhe desse fé e coragem para fa­lar com seu chefe. Durante a conversa, o patrão analisou todo o histórico profissional do rapaz e resolveu liberá-lo aos sábados, com a condição de que trabalhasse todos os domingos. Adailton louvou a Deus pelo resultado alcançado. No entanto, suas provações não pararam por aí.
Nos meses seguintes, alguns colegas de trabalho começaram a protestar por causa de seus horários diferentes. O maior problema era na sexta-feira, pois tinha que sair antes de todos para não transgredir o sábado.
Tentando ajustar sua vida ao que estava aprendendo nos estudos bíbli­cos, Adailton confessou que ainda ficara preso ao trabalho algumas sextas-feiras à noite. Ele sabia que esse não era o plano de Deus e, novamente, pediu-Lhe forças para fazer o que era correto.
Com o passar do tempo, o jovem conseguiu organizar suas tarefas du­rante a semana, para que, ao chegar o pôr do sol, ele pudesse estar livre de qualquer responsabilidade e ser membro da igreja. Dentro de seu trabalho, procurou ser fiel a Deus em todas as situações e foi promovido diversas vezes, chegando ao cargo de gerente de depósito em uma das unidades do supermercado.
Respondendo às bênçãos de Deus
27 de fevereiro

A Tua benignidade, senhor, chega até aos Céus, até às nuvens,a Tua fidelidade. Salmo 36:5
Eu me chamo Ismael Calle e tenho uma empresa de transportes pesados. Quando tinha um ano de idade, fui entregue a meus tios e cresci na fé. Aos 15 anos, conheci meus verdadeiros pais e entendi que o Senhor prepa­rara nosso caminho.
Cheguei à cidade de Cochabamba em 1980 e comecei a trabalhar com minha esposa, Miguelina de Barco, com transporte pesado. Nesse tempo, conheci a família Navallo, que me acolheu como parte de sua família e pude desenvolver maturidade espiritual, graças ao estudo diário do Semi­nário de Enriquecimento Espiritual "Minha vida na Presença de Cristo".
Assim, eu e minha família fizemos um pacto de fidelidade com nossos dízimos e ofertas. Depois dessa decisão, passamos por muitas dificuldades, mas nada nos afastou da decisão de ser fiéis. Por causa de nossa atitude, Deus recompensou nossa fidelidade e nos fez prosperar grandemente em nosso negócio. Então sentimos a necessidade de trabalhar para Deus e co­meçamos a apoiar as campanhas de evangelismo e os projetos de constru­ção de igrejas, mas o trabalho de apenas uma família não era suficiente. Por isso, ao conversar com alguns amigos - empresários adventistas -, surgiu a ideia de nos unirmos e fazermos grandes obras para o Senhor.
Hoje, com muita alegria, faço parte do grupo de Empresários Adventis­tas que se dedica a apoiar a construção de quatro novos templos e a colabo­rar com o evangelismo.
"Todas as coisas que o homem desfruta são devidas à graça de Deus. Ele é grande e bondoso Despenseiro de todos os benefícios. Seu amor é relata­do nas abundantes providências que tomou para o homem. Ele nos concede um tempo de graça em que nos cumpre formar o cárater para a eternidade" (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 385).
Fazendo o que é certo
20 de fevereiro

Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida. Apocalipse 2:10
Alana é a única adventista de sua família. No mesmo ano em que foi batizada, iniciou sua graduação em Direito. Escolheu o período matutino para estudar e, durante sete semestres, não teve problemas com o sábado. No entanto, no fim do quarto ano, duas disciplinas seriam ministradas so­mente aos sábados.
A estudante orou a Deus pedindo que o dia dessas matérias fosse muda­do e uma delas realmente foi transferida para o meio da semana. Ela ficou agradecida, pois sabia que, de alguma forma, o Senhor derrubaria as demais barreiras.
Alana se inscreveu na outra disciplina, confiante de que Deus faria um milagre. Redigiu um documento e o encaminhou ao coordenador. A respos­ta foi fria e desinteressada: "A escolha de seguir essa religião é sua. Agora, arque com as consequências", ele disse.
Decepcionada, tentou um recurso administrativo junto ao colegiado da instituição, esperando que, com a ajuda dos professores, fosse mais fácil cursar a matéria. Entretanto, seu pedido foi novamente negado e alguns professores até zombaram do motivo que os levou àquela reunião.
A essa altura, Alana começou a cogitar a ideia de comparecer ao menos um sábado à faculdade. Afinal, essa atitude solucionaria seus problemas, pensava. Porém, logo percebeu que estava sendo tentada a transgredir a Lei de Deus.
Pagar e cursar essa matéria em outro curso era uma hipótese inviável, pois ela não tinha condições financeiras. No fim daquela semana, Alana foi à igreja, como de costume, e colocou tudo nas mãos de Deus, pois ela já havia feito o que estava ao seu alcance.
Na segunda-feira, ela foi chamada à sala do coordenador e, para sua surpresa, ele pediu desculpas por ter agido daquela maneira. Ressaltou que vários professores haviam intercedido por ela após a reunião, e que ele tinha decidido ajudá-la. As aulas de sábado foram transferidas para quinta-feira à noite, e ela pôde se formar com seus colegas de classe. No dia de sua formatura, foi honrada com uma medalha de honra ao mérito por ter sido a melhor aluna da classe.
Decidiu ser fiel
13 de fevereiro

Os Meus olhos procurarão os fiéis da Terra, para que habitem Comigo; o que anda em reto caminho, esse Me servirá. Salmo 101:6
Cristina era professora de uma escola pública de Salvador. Trabalhava o dia inteiro e à noite ia para casa cuidar do filhinho de apenas um ano.
Por exigência do Ministério da Educação, todas as professoras do Ensi­no Fundamental I deveriam ser formadas em pedagogia. Porém, as dificul­dades financeiras a fizeram abandonar a faculdade. Com um filho pequeno para cuidar, as chances de voltar a estudar ficavam ainda menores.
No ano de 2004, a Prefeitura assinou uma parceria com a Universida­de Federal da Bahia. Quem fosse aprovado seria liberado de um turno de trabalho para estudar e continuaria ganhando o salário normal. Cristina pediu a Deus que a ajudasse a passar. Dessa forma, poderia cuidar do filho no período da noite.
Ela se inscreveu e passou na primeira etapa. No entanto, a exigência para a participação na segunda etapa era de que todos comparecessem às aulas de quinta-feira a domingo, quando receberiam as regras e instruções e construiriam um memorial no fim de um período de quatro dias.
Cristina orou com seus amigos, escreveu uma carta de solicitação à coordenação e a entregou na quinta-feira, com uma declaração de que era membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Mas, até o pôr do sol de sexta-feira, a resposta não havia chegado. Mesmo assim, Cristina decidiu ser fiel aos seus princípios. Voltou para casa, foi à igreja e teve um sábado maravi­lhoso na presença de Deus.
No domingo, ela entrou na sala e ficou aguardando as atividades. A pro­fessora perguntou quem eram as alunas adventistas que não tinham com­parecido no sábado. Cristina se surpreendeu ao notar que não era a única que havia sido fiel a Deus. Elas foram informadas de que teriam uma hora para entrar em contato com o assunto exposto no sábado, para que também pudessem concorrer às vagas, independentemente da religião.
Após a seleção, o nome de Cristina era o quarto de uma lista de cem pessoas. Vale a pena ser fiel a Deus.
Provada ao extremo - 2
6 de fevereiro

Das grandes provas que os teus olhos viram, e aos sinais, e das maravilhas, e da mão forte, e do braço estendido, com que o SENHOR teu Deus te tirou: assim fará o SENHOR teu Deus a todos os povos, diante dos quais tu temes. Deuteronômio 7:19
O rnês de maio estava findando e não havíamos recebido notícias do es­perado milagre. A residência iniciaria nos primeiros dias de junho. Eu pensei: "Se Deus quer me levar ao limite, significa que Ele resolverá o caso no último momento." Quase no fim do mês, meu marido foi ao hospital para doar sangue. Enquanto ele estava fazendo a doação, o chefe da hemoterapia, que pertence à nossa igreja, lhe disse: "Você sabe como está o caso de sua esposa?" "Não", meu esposo respondeu. Então, o Dr. Le comentou como o hospital estava dividido quanto ao tema. "Há gente importante que a está defendendo", ele acrescentou. Quando meu marido me contou, eu não podia crer. "Deus está travando Sua batalha", eu disse.
Dois dias antes do início da residência, recebi um telefonema chaman­do-me para uma entrevista no departamento de docência do hospital. Pedi­ram desculpas pelo ocorrido e me disseram que como eu não apresentara a reclamação, eles mesmos corrigiram a nota.
"Ao mudar sua qualificação, foi também mudado seu lugar na tabela de posições e assim você pode ingressar na residência, porém já havíamos adjudicado o cargo (aspecto legalmente sério). Diante disso, apresentamos uma petição ao Ministério da Saúde (de quem depende a residência) para podermos abrir uma vaga a mais na residência. Depois de várias semanas, recebemos a resposta afirmativa. A ata de ingresso foi mudada, afirmando que você entra em segundo lugar, não em terceiro, e gostaríamos de saber se você aceita o posto."
Senti-me pequena diante de um Deus tão poderoso, mas tão próximo. Ele fizera toda uma "operação" defendendo Seu nome, em primeiro lugar, e agindo em favor de uma filha pequena que lutava para Lhe ser fiel. O que eu experimentei é algo que somente aqueles que já passaram por essa expe­riência podem compreender. A pessoa que fora rude comigo na entrevista renunciou a seu posto. Estou no terceiro ano da residência e até hoje não trabalhei, absolutamente, em nenhum sábado.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

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Dá Me Um Coração Igual ao Teu


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